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As manifestações dos trabalhadores da Opel, que marcaram o dia de ontem na Alemanha, ameaçam estender-se aos outros países europeus onde há fábricas da marca.
A General Motors quer reduzir os custos em 30 por cento, o que equivale à supressão de dez mil postos de trabalho, entre os 50 mil existentes nas fábricas da Alemanha, Espanha, Polónia, Reino Unido e Bélgica.
O chefe do governo regional da Flandres, Kris Peeters, apela a uma discussão à escala europeia, depois da GM ter feito marcha atrás na venda da Opel.
“Pedimos e voltamos a pedir que a Comissão Europeia tome decisões e dirija as discussões com a GM, em vez ser a Flandres, a Alemanha ou a Espanha a fazerem-no individualmente”, sublinhou Kris Peeters.
Entretanto, o governo alemão reclama à GM o reembolso do empréstimo de mil e quinhentos milhões de euros e na Rússia Vladimir Putin critica o desdém das empresas americanas.
Menos insatisfeitos estão os sindicatos no Reino Unido, que colocavam reticências a que a marca britânica da Opel, a Vauxhall, fosse parar às mãos da Magna.
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tags: Automóveis, General Motors, Opel
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