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O primeiro-ministro russo denunciou esta quinta-feira a atitude que considerou “enganosa”, da General Motors.
O construtor americano tinha um acordo de princípio, para ceder uma posição na sua filial europeia, aos canadianos da Magna, associados de um banco público russo.
Depois recuou e Putin não gostou:
“Foi uma decisão tomada no último minuto, de cancelar o negócio, sem respeitar os nossos interesses. Isto revela uma cultura muito particular e uma estranha forma de comunicar com os seus parceiros. Estes são, claramente os factos. É uma lição que nós devemos ter em conta, em futuros negócios”.
O parceiro ccanadiano deste negócio, a Magna, esta associada ao banco públíco russo, Sberbank.
A compra de uma posição na GM estava a ser incentivada pelo Governo de Putin. Era vista como uma porta aberta, para a europeização da economia russa.
Putin lamentou que tivesse sido colocado perante um “facto consumado”.
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tags: Automóveis, Opel, Rússia
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