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O executivo germânico lamenta a decisão do gigante norte-americano e pede à Opel que devolva, até ao final do mês, as ajudas estatais que recebeu.
O anúncio da General Motors põe fim a uma maratona negocial iniciada há cinco meses.
Os sindicatos mostram-se desiludidos e apontam o dedo à Chanceller alemã, Angela Merkel, que acusam ter forçado, em plena camapnha eleitoral, um acordo com a Magna.
A Opel emprega na Europa mais de 50.000 trabalhadores distribuídos por seis países. Espanha e Bélgica são dois dos mais críticos.
O governo alemão nunca escondeu a preferência pela proposta da fabricante austríaco-canadiana. Também os trabalhadores da Opel temiam, que um eventual acordo com a Fiat resultasse na supressão de milhares de postos de trabalho.
A Magna acabou por vencer a corrida à Opel depois de ter batido na final a construtora italiana.
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tags: Automóveis, General Motors, Opel
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