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Claude Lévi-Strauss foi um dos grandes intelectuais do século XX. O fundador da antropologia moderna morreu aos 100 anos, depois de ter deixado uma marca decisiva na filosofia, na sociologia e na história. Lévi-Strauss consagrou a vida à descoberta das sociedades e dos povos mais isolados.
O antropólogo nasceu em Bruxelas, mas mudou-se para França. Na Sorbonne, em Paris, estudou Direito e Filosofia. Em 1935 foi para o Brasil leccionar Sociologia, na Universidade de São Paulo. É então que começa a carreira de etnólogo, partindo em descoberta de várias tribos. Para Lévy-Strauss era “um milagre que essas sociedades continuassem em equilíbrio com o meio ambiente.”
Em 1955, o etnólogo publica “Tristes Trópicos”, um livro autobiográfico onde descreve as suas viagens e compara “o Novo e o Velho Mundo”.
Primeiro membro centenário da Academia Francesa, onde entrou em 1973, Levy-Strauss é homenageado em 2006 por Jacques Chirac na inauguração do Museu do Quai Branly, um museu dedicado às culturas primitivas, em Paris. O mesmo espaço festejou o centenário de Lévy-Strauss a 28 de Novembro de 2008.
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