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A Grã-Bretanha rejeita categoricamente qualquer envolvimento no atentado cometido este domingo contra os Guardiães da Revolução.
Uma posição tornada pública esta segunda-feira pelo ministério dos Negócios Estrangeiros britânico depois de Teerão ter acusado os serviços secretos às ordens de Londres, Washington e de Islamabad de terem treinado e equipado o grupo sunita Joundallah, ao qual a acção foi atribuída.
O presidente Mahmoud Ahmadinejad convidou esta segunda-feira o seu homólogo paquistanês Asif Ali Zardari a cooperar com o Irão na busca dos mandantes do atentado.
Ahmadinejad instou o governo paquistanês a colaborar nos esforços para deter os terroristas o mais rapidamente possível.
O atentado suicida ocorreu na cidade Pishin durante uma reunião entre os comandantes da guarda de elite do regime xiita iraniano e os chefes tribais.
O ataque resultou na morte de pelo menos 42 pessoas entre as quais se encontram dois comandantes dos guardiães da Revolução, a guarda de elite afecta aos líderes religiosos que desde o final da década de 70 detém o poder na república islâmica.
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tags: Ataque, Irão, Reino Unido
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