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Israel promete encetar uma batalha diplomática contra o relatório Goldstone, que acusa o Estado hebraico e o Hamas de crimes de guerra na Faixa de Gaza.
O executivo israelita rejeita as acusações feitas no documento, aprovado por 25 dos 47 estados membros do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, na sexta-feira, em Genebra.
Yuval Steinitz, o ministro das finanças do estado judaico afirma que o país tem o “direito e o dever de defender o seu povo contra o terrorismo, assim como a Rússia, os Estados Unidos, a Turquia e qualquer outro estado soberano”.
O relatório Goldstone convida o Conselho de Segurança da Nações Unidas a recorrer ao Tribunal Penal Internacional, se Israel e o Hamas não levarem a cabo investigações credíveis nos próximos seis meses.
O Hamas, que controla a Faixa de Gaza desde 2007, também rejeita as acusações feitas no texto, apoiado pela Autoridade Palestiniana de Mahmoud Abbas.
Uma acção que despertou a cólera dos palestinianos e do mundo árabe, que acusam Abbas de traição e de estar contra o seu povo.
Os protestos espelham-se nas sondagens: se as eleições presidenciais palestinianas se realizassem hoje, Abbas teria apenas 16.8% dos votos, contra os 16 do líder do Hamas, Ismail Haniyeh.
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