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A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, pede à comunidade internacional para que apoie o relatório Goldstone.
Israelitas e palestinianos rejeitam as conclusões do inquérito, que apontam para a violação da lei internacional durante a ofensiva em Gaza.
Perante o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, Pillay pediu o fim da impunidade e a abertura de inquéritos independentes, rápidos e eficázes.
Recomendações feitas a Israel e ao Hamas com prazo de validade. O relatório aconselha a enviar o caso para Haia se nada for feito dentro de meio ano.
O chefe de Governo espanhol, que ontem se reuniu com o presidente da Autoridade Palestiniana para discutir o processo de paz alertou, no final do encontro, para a necessidade de respeitar os direitos humanos
Telaviv acusa o autor do relatório de parcialidade e vai mais longe. O chefe da diplomacia israelita diz que as conclusões ameaçam o processo de paz no Médio Oriente.
Um processo que os Estados Unidos não querem pôr em causa. A hipótese do caso passar para as mãos do TPI adivinha-se difícil. Para tal seria necessária luz verde do Conselho de Segurança e de Washington, que já ameaçou exercer o direito de veto.
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