Primeiro dia de aulas na Universidade de Nottingham em Ningbo na China, um dos mais avançados centros de pesquisa e ensino de tecnologias de energia sustentável. Dentro de dois anos os seus primeiros técnicos especializados em construcção e arquitectura estarão formados e irão procurar emprego na economia verde em expansão. Tanto a China como os estudantes de Ningbo estão conscientes da importância económica do meio ambiente.
As construcções tradicionais desperdiçam muita energia e poluem muito. Penso que depois de me formar posso contribuir para a protecção do meio ambiente.
Penso ir trabalhar para o estrangeiro durante alguns anos e regressar ao meu país com alguma experiência e assim fazer melhor.
O meu sonho é ser técnico especialista nesta área e ganhar muito dinheiro no futuro.
O curso de energia sustentável é um projecto comum da Grã Bretanha e da China.
A ideia é demonstrar como duas nações, dois sistemas económicos diferentes podem unir-se para resolverem problemas comuns, porque o problema da poluição não se limita a um só país. A China é um pais em desenvolvimento muito rápido, e para ser capaz de desenvolver a sustentabilidade, precisa obviamente de tecnologias como as que já desenvolvemos no Reino Unido.
Desde Fevereiro que os estudantes têm aulas e fazem experiências no Centro de Tecnologias de Energia Sustentável, um edifício premiado que é um exemplo da arquitectura sustentável e que atrai a atenção do Governo, da indústria de construcção e de designers. O edifício apresenta as mais recentes tecnologias para construcções amigas do ambiente.
O edifício tem dois revestimentos: um interno em cimento e outro exterior em vidro, mas entre os dois existe um espaço que é utilizado para ventilar o edifício.
O centro produz cem por cento das suas necessidades energéticas. Os painéis solares também forncem energia para o ar condicionado, e um sistema geotérmico é utilizado tanto no aquecimento como no arrefecimento.
Actualmente os edifiícios são mais ou menos os maiores consumidores de energia do mundo. Assim sendo, a nossa especialidade – desenvolver sistemas energéticos eficientes e que consomem menos enrgia – é uma das áreas que o mundo mais precisa.
Coma a crescente pressão ambiental sobre a florescente economia chinesa, os estudantes de Ningbo podem ajudar a estabelecer o equilíbrio.
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tags: Ambiente, China, Energia
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