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A economia europeia está agora a navegar em águas mais calmas. Veneza foi o cenário da última reunião do conselho de governadores do Banco Central Europeu.
Apesar dos tímidos sinais de recuperação económica, o organismo presidido por Jean-Claude Trichet, prefere a cautela. A taxa de juro de referência foi mantida no actual 1% e assim deve ficar pelo menos até à segunda metade do próximo ano.
“Pode haver efeitos mais fortes que os esperados dos estímulos macroeconómicos e outras políticas que foram aplicadas. A confiança pode também aumentar mais depressa, a deterioração do mercado de trabalho pode ser menos forte que a esperada e a procura externa mais forte que o que tinha sido previsto”, disse Trichet.
O presidente do BCE disse que as actuais taxas de juro são apropriadas. Previu uma retoma do grupo dos 16, mas que não será homogénea.
O crescimento económico pode passar para valores positivos já na segunda metade deste ano.
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