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Os militares da Guiné-Conacri estarão a tentar ocultar um “assassínio em massa.”
De acordo com uma fonte da Cruz Vermelha Internacional, os cadáveres não foram colocados em morgues, mas num campo militar fora da capital.
As últimas informação revelam, que repressão levada a cabo esta segunda-feira terá provocado pelo menos centena e meia de mortos.
Tudo aconteceu durante uma manifestação pacífica contra a candidatura do chefe do regime às eleições presidenciais previstas para Janeiro.
Os opositores ao regime concentraram-se no maior estádio da capital, mas foram dispersados a tiro. Várias pessoas ficaram feridas. Entre elas estão três líderes da oposição, entretanto, detidos.
As ONG’s dizem tratar-se do maior massacre desde a independência do território em 1958.
A comunidade internacional condenou, entretanto, a repressão e apelou à calma.
O dirigente golpista está a ser pressionado para não se candidatar às presidenciais e devolver o poder aos civis.
Há nove meses, a Junta Militar assumiu o controlo do país e suspendeu a Constituição na sequência da morte do chefe de Estado.
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tags: Confrontos, Guiné-Conacri, Política
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