O artigo solicitado foi arquivado e o vídeo original já não está disponível
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, condena a onda de violência na Guiné-Conacri, numa altura em que várias ONG’s apelam a uma resposta firme por parte da comunidade internacional.
Ontem, as forças de segurança dispersaram a tiro os opositores da junta militar, no poder, durante uma manifestação não autorizada e que provocou a morte a pelo menos 128 pessoas.
Um manifestante pede ao chefe da junta que parta, adiantando, que em causa não está a sua candidatura. O capitão deve partir, afirma, e “não vamos desistir até conseguirmos afastá-lo.”
Um outro refere que é necessário conquistar a liberdade e que a democracia deve vigorar, acrescentando, que o país vai continuar mobilizado.
Reunidos no maior estádio da capital, os manifestantes sairam à rua para protestar contra a eventual candidatura do chefe do regime às eleições presidenciais previstas para Janeiro.
Trata-se da primeira repressão sangrenta no país desde que a junta militar assumiu o poder em 2008.
A onda de violência ocorre numa altura em que a comunidade internacional pressiona o chefe dos golpistas para que respeite o compromisso de não se candidatar às presidenciais e de deixar o poder aos civis.
Copyright © 2009 euronews
tags: África, Confrontos, Guiné-Conacri
Outras Notícias
Destaques e notícias de última hora


Festival de cinema Salónica premeia filme…
Libertação do soldado Shalit pode estar para breve
Presidenciais romenas vão ter segunda volta
Progressos tímidos nas negociações sobre o…
O adeus do “cosmonauta do povo”
Exercícios militares no Irão simulam ataque a…
Ucrânia relembra a Revolução Laranja
Continuam por encontrar vítimas de naufrágio em…
Equipas de socorro resgataram mais de 400…
Mau tempo faz vítimas mortais na Turquia 





