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Quase três milhões e meio de eleitores escolhem um novo parlamento, depois de uma campanha em que se falou mais de alianças pós-eleitorais que de política interna.
O primeiro-ministro Jens Stoltenberg, apoiado pelos socialistas e centristas, tenta a reeleição, algo que não acontece a nenhum governo há 13 anos.
Numas eleições que se prevêm renhidas, o Partido Progressista, a segunda força política, pode ser a surpresa. Mas a formação liderada por Siv Jensen não reune o apoio dos liberais e dos democratas-cristãos, que discordam das medidas populistas defendidas por Jensen.
“Queremos ter um estado mais eficiente. Devíamos ter impostos mais baixos e uma política de imigração mais restrita, que acredito ser o mais importante para os noruegueses agora”, disse a líder do Partiodo Progressista.
Um outra opção é o Partido Conservador, de Erna Solberg, que deixou a porta aberta a futuras coligações.
A campanha eleitoral ficou marcada por dois temas. A imigração, num país cuja taxa de desemprego é a mais baixa da Europa e o destino dos fundos recolhidos com a venda do petróleo.
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