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O kremlin aceitou reabrir as investigações sobre a morte da deputada Galina Starovoitova em 1998 que trabalhava na defesa do direitos humanos para as minorias.
O governo de Demitry Medvedev, que aquando da sua eleição prometera mais transpatrência nas instituições russas, acabou por ceder ao pedido da irmã de Starovoitova que reclama justiça.
No âmbito das investigações levadas a cabo foram detidos três homens e um ficou preso mas os mandatários do crime nunca foram identificados.
O assassinato de Galina Starovoitova foi mais um de uma série interminável que começou em 1993 com o assassinato do banqueiro Nikolay Likachev na confusão da era pós soviètica.
Desde essa altura activistas dos direitos humanos, jornalistas, homens de negócios e membros da oposição foram abatidos, à razão de um assassinato por ano.
A última vítima, em Julho deste ano, foi Natalia Estemirova, antiga jornalista, trabalhava para a ONG Memorial e denunciava as violações dos direitos humanos na Chéchénia.
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