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Cientistas da Universidade inglesa de Hertfordshire tiveram a ideia de criar uma casa ineligente. Capaz de subsituir o esforço dos locatários, para abrir ou fechar um porta, acender ou apagar uma luz.
Dispõe de um sistema autónomo da refrigerção que dispensa a atenção humana. Uma rede de sensores de infra-vermelhos, ligados ao computador central da casa, dão nota de tudo o que se passa.
E, como garante um dos investigadores, os locatários não precisam de ter grandes conhecimentos informáticos:
“A partir do momento em que o algoritmo está concluído, a casa identifica os estranhos, adapta-se aos moradores e controla o sistema. Essencialmente, será fácil para o morador viver na casa, sem necessidade de grandes conhecimentos e sem ter de proceder a reajustamentos do sistema”.
O software foi concebido a partir de cálculos trigonométricos que lhe permitem ter sempre a noção da presença de pessoas, de quantas são, que compartimentos ocupam.
A partir deste conhecimento, por exemplo, liga as luzes necessárias. O protótipo tem a dimensão de uma casa de bonecas, suficiente para o estudo de todas as implicações de um sistema deste tipo.
“A casa é auto-operativa – diz outro investigador – o que significa que o locatário não precisa de conhecimentos para mexer nas aplicações informáticas. Pode verificar sempre o estado da casa, a partir de qualquer lugar do mundo, via internet. Se foi trabalhar e se esqueceu de trancar a porta, pode ver se o sistema o fez por ele, emitindo uma mensagem de texto, ou, via internet, trancar a porta”.
Uma casa económica, que poupa na electricidade, ecológica porque reduz as emissões poluentes e que se revela absolutamente segura.
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tags: Reino Unido, Tecnologia
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