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Os ministros do Interior da União Europeia estão de acordo de que é preciso partilhar o fardo da emigração ilegal.
Reunidos em Estocolmo, na Suécia, debateram, entre outros assuntos, a criação de um sistema europeu de asilo.
“O dever de asilo é exercido para pessoa em risco de ser perseguidas ou violentadas. Mas, muito sinceramente, qualquer que seja o caso, acho que a Europa, com todo o seu passado, deve acolher todos os que são efectivamente perseguidos”, diz o vice-presidente da comissão Europeia, Jacques Barrot.
O fluxo massivo de emigrantes ilegais causa uma grande pressão nos países limítrofes da União, principalmente os do mediterrâneo.
A Grécia é uma dessas nações. O ministro do Interior helénico salienta que os problemas regionais devem ter uma abordagem europeia.
“Os problemas da Grécia, são problemas europeus e não apenas problemas gregos. E um desses problemas é a imigração ilegal porque as fronteiras europeias não estão guardadas como deve ser. As fronteiras da Grécia são as fronteiras da União Europeia”, afirmou Prokopios Pavlopoulos.
Na cimeira ficou também definida a ideia de que é preciso fortalecer a agência de controlo fronteiriço – a Frontex.
De acordo com a ONU, só no ano passado, mais de 67 mil imigrantes ilegais tentaram entrar na União através do mediterrâneo.
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tags: Imigração, União Europeia
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