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Muçulmanos de vários pontos do Mundo manifestaram-se contra a atitude de Pequim face à violência interétnica que envolveu a comunidade uigur em Xinjiang.
Em Istambul, cinco mil pessoas denunciaram uma “limpeza étnica” visando a minoria chinesa de etnia turquemena e muçulmana.
Apesar das relações culturais e religiosas com a população uigur, a Turquia tem mantido uma postura prudente face aos acontecimentos na província chinesa.
No entanto, o primeiro-ministro turco não hesitou esta sexta-feira em falar numa “atrocidade”, explicando que “não existe outra palavra para descrever uma situação que é praticamente um genocídio, com centenas de mortos e mais de mil feridos”.
A embaixada chinesa em Berlim foi palco de um protesto que contou com a presença de exilados uigures. Os manifestantes pediam o “fim do massacre” e “liberdade religiosa” para a comunidade uigur na China.
Panorama semelhante junto à embaixada chinesa em Sydney, num protesto que teve eco em frente ao Parlamento na capital australiana, Camberra.
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