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O aumento da violência levou ao reforço do contingente policial na região de Xinjiang.
Na tentativa de conter os confrontos étnicos, as autoridades de Urumgi decretaram um recolher obrigatório a partir das nove da noite até às oito da manhã da próxima quarta-feira.
Milhares de pessoas da comunidade Han – a etnia dominante a China – voltaram a envolveram-se em confrontos pelo terceiro dia consecutivo com a principal comunidade muçulamana de Xinjiang: os Uigures.
Horas antes, cerca de duas centenas de mulheres
protestaram contra o governo regional.
Em causa estão as alegadas detenções arbitrárias levadas a cabo na sequência dos confrontos de domingo.
O porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Rupert Colville, considera que é necessário avançar com uma investigação independente para apurar responsabilidades.
Os apelos à calma multiplicam-se um pouco por todo o mundo. A Chanceler alemã anunciou, entretanto, que pretende falar com o presidente chinês sobre os tumultos, à margem da cimeira do G8 que arranca quarta-feira em Itália.
A onda de violência já provocou mais de centena e meia de mortos e cerca de um milhar de feridos.
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tags: China, Manifestação
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