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São as primeiras legislativas na Bulgária desde que o país aderiu à União Europeia.
As primeiras horas da manhã ficam marcadas por uma fraca afluência às urnas. Cerca de sete milhões de eleitores elegem, hoje, os 240 deputados para os próximos quatro anos.
Na corrida estão vinte partidos e coligações. As sondagens revelam que vai ser difícil obter uma maioria absoluta e o cenário de uma coligação governamental parece inevitável. Uma situação que ameaça conduzir o país a um impasse político.
Certa parece ser a derrota do Partido Socialista liderado do primeiro-ministro cessante, a quem as sondagens atribuem entre uma votação entre os 19 e os 22 por cento.
Na linha da frente surge o Partido para o Desenvolvimento Europeu da Bulgária, chefiado pelo actual autarca de Sófia com mais de 30% das intenções de voto.
A futura solução governativa pode passar pelo Movimentos dos Direitos e Liberdades que agrupa a minoria de origem turca. O MDL deverá recolher cerca de 12% dos votos
A ONG “Transparência Sem Limites” alerta para a hipótese de muitos búlgaros venderem o voto devido à situação de pobreza.
O escrutínio está a ser acompanhado por cerca de meia centena de observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa.
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