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Têm mais a separar-los do que a uni-los, mas assumem-no: Nicolas Sarkozy foi o primeiro chefe de Estado a ser recebido, em Estocolmo, por Frederik Reinfeld.
O presidente francês e o primeiro-ministro sueco discutiram os desafios da presidéncia sueca da União. A começar pelo alargamento à Turquia. A Suécia é favor, Nicolas Sarkozy não quer nem ouvir falar no assunto, preferindo, pelo contrário, a adesão dos Balcãs Ocidentais. “Dou muita importância ao funcionamento da Europa. Primeiro ponto.”, afirma Sarkozy. “Segundo ponto: quero muito que a Turquia continue a ser a ponte entre o Oriente e o Ocidente. Terceiro ponto: chegámos a acordo – com o primeiro-ministro sueco – sobre um discurso. Cada um respeita as convicções do outro. A França não irá opor-se à abertura de novos capítulos, sob presidéncia sueca, desde que esses capítulos permitam a associação da Turquia à União e não a sua integração.”
A futura estrutura institucional da União divide igualmente os dois líderes. Na perspectiva do Tratado de Lisboa, a Suécia quer um presidente estável da União com pouco peso; Paris defende, pelo contrário, alguém capaz de impor uma forte vontade política.
Único ponto de acordo: a reeleição de Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia. Os dois homens concordaram em deixar para Setembro a decisão final.
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tags: França, Presidência da UE, Suécia
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