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Yukiya Amano de nacionalidade japonesa, tem 62 anos é um especialista em desarmamento multilateral, um domínio da diplomacia no qual trabalha há 36 anos.
Amano participou nas negociações dos Tratados de não proliferação, em 1995 e no de Proibição Total de Ensaios Nucleares, um ano mais tarde. Em 2001 foi a vez de se dedicar à Convenção sobre Armas Biológicas.
Ser japonês, afirma, é vantajoso para o cargo de director geral da AIEA:
“Venho de um país que tem as experiências de Hiroshima e Nagasáqui. Por isso, o meu compromisso pela não proliferação reflectir-se-á no meu trabalho”, conclui.
Considerado próximo das posições americana e europeia no que diz respeito ao Irão, compromete-se a seguir as directrizes da agência onusiana seguindo també m a política de inspecções para evitar a proliferação e fomentar a energia nuclear civil.
A nova era foi pensada para despolitizar a Agência Internacional após doze anos de mandato de Al Baradei cujas declarações nem sempre agradaram a Washington e aos seus aliados.
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