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A taxa de desemprego da Zona Euro atingiu, em Maio, um máximo de dez anos, nos 9,5%.
Durante o mês, mais de 270.000 pessoas ficaram sem emprego. Estes números vêm ensombrar a esperança de uma recuperação rápida da pior crise económica vivida pela Europa desde o fim da II Guerra Mundial.
Recentemente, alguns dados têm vindo a mostrar que o pior da crise pode estar para trás, mas esta retoma ainda não chegou ao emprego.
A Espanha continua a ser o país europeu com mais desemprego. Depois de ter ultrapassado os 18 por cento em Abril, a taxa de desemprego baixou ligeiramente.
Nos dois últimos meses houve um recuo no número de desempregados, mas a situação não deixa de ser preocupante: “É preciso ser muito prudente. Dito isso, as medidas tomadas pelo governo começam a fazer efeito e há indícios de que a situação económica no segundo trimestre foi melhor que no primeiro”, disse o primeiro-ministro
José Luis Rodríguez Zapatero.
O governo de Madrid espera que a melhoria do clima económico se reflicta no consumo, com muita gente nas lojas para as famosas “rebajas”, ajudando a economia a recuperar. Mas a verdade é que há ainda muitos espanhóis de bolsos vazios.
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tags: Desemprego, Euro, Eurozona
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