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Tudo começou na Motown. Berry Gordy, fundador da casa discográfica, assinou o contrato com os Jackson 5 em 1968 e recorda a impressão que sentiu ao ver o pequeno Michael.
A notícia da morte do artista é para Berry Gordy
“um mau sonho, um pesadelo”. Recorda-o como um filho e garante ser “difícil imaginar que Michael Jackson deixou este mundo”.
Com os Jackson 5, a Motown acabaria por cimentar a fórmula musical para agradar a uma audiência branca e negra. Em dois anos, os Jackson 5 colocaram quatro canções consecutivas no topo de vendas. Um recorde que mantém até hoje.
Berry Gordy reconhece que um artista como Michael Jackson só aparece uma vez na vida. “Apareceu, podemos apreciar o seu talento enquanto viveu. Agora podemos recordá-lo eternamente através da sua música”, diz.
Em 50 anos de existência da Motown, Michael Jackson acabou por se tornar num dos artistas mais rentáveis da história da casa discográfica. Música e dança: uma carreira marcada pela venda de mais de 700 milhões de álbuns e 13 prémios Grammy, o primeiro obtido quando tinha apenas 20 anos.
Para Berry Gordy “Michael era e vai continuar a ser um dos maiores artistas de sempre, um dos melhores artistas de todos os tempos.”
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tags: EUA, morte de Michael Jackson, Música
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