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Na República Checa as eleições europeias são vistas como um indicador para as legislativas convocadas antecipadamente para Outubro, após a queda do governo liberal de Mirek Topolanek.
Os checos vão escolher vinte e dois eurodeputados, de 32 listas concorrentes – incluindo a dos liberais do ODS, de Mirek Topolanek e dos sociais-democratas do CSSD, de Jiri Paroubeck, na oposição.
As sondagens dão a vitória aos sociais-democratas, por uma pequena vantagem face aos liberais. No entanto, serão estes últimos os protagonistas dos próximos meses. Os futuros eurodeputados eleitos pela ODS deverão juntar-se aos conservadores britânicos e polacos e formar um novo grupo eurocéptico no hemiciclo de Estrasburgo.
Os checos têm dois meios dias para escolherem os seus representantes: os que não o fizeram durante a tarde de sexta têm ainda a manhã de sábado. Este sábado, votam também cipriotas, malteses, letões, eslovacos e italianos. Holandeses e britânicos votaram na sexta-feira. E domingo é a vez de os restantes paises irem a votos, Portugal incluído.
Oito milhões de checos são chamados às urnas. As sondagens prevêm uma participação extremamente baixar: cerca de 30%, um valor muito próximo dos 28,3 por cento registados há cinco anos.
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tags: Eleições europeias, Parlamento Europeu, República Checa
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