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Depois da França foi a vez de o Brasil realizar uma cerimónia em memória das 228 vítimas do avião da Air France que se despenhou em pleno Oceano Atlântico. A missa na catedral do Rio de Janeiro juntou o presidente Lula da Silva às famílias enlutadas e ao ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Bernard Kouchner.
Entretanto no mar, ao largo do arquipélago Fernando de Noronha, começaram a ser recuperados os destroços descobertos pelos aviões implicados nas buscas. Operações que foram mais uma vez intensificadas com meios aéreos e marítimos suplementares.
França e Brasil correm contra o relógio para recuperar as caixas negras que emitem um sinal durante 30 dias. Mas os responsáveis pelo inquérito estão cépticos.
O mistério sobre o que aconteceu alimenta as especulações. Turbulência, descompressão ou explosão são várias as teses expostas pelos jornais. Entretanto surgem novos elementos. Um piloto de uma companhia espanhola que fazia uma rota semelhante, fez um relatório onde diz ter visto um forte e rápido clarão na zona e hora do drama.
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