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China e União Europeia vão sentar-se à mesma mesa, esta quarta-feira, em Praga, para discutir um dos assuntos menos conflituosos da relação – isto é: a crise económica.
Esta cimeira, tinha estado agendada para o passado mês de Dezembro, em França, mas as autoridades chinesas adiaram-na, em protesto contra o encontro de Nicolas Sarkozy com o Dalai lama. Mas Pequim continua atenta: A cidade de Paris pretende dar, em breve, o título de “cidadão de honra” ao líder tibetano o que a China considera uma “ingerência” na política interna.
Assim, esta 11.a Cimeira tem na agenda temas económicos – menos conflituosos, mas nem por isso pacíficos. A começar pelo proteccionismo, de que a China acusa a Europa. Desde 2003 que Pequim pede o estatuto de “economia de mercado”, o que lhe permitiria estar menos exposta a medidas ‘antidumping’: Mas Bruxelas considera que a China é uma economia de transição, com um excesso de intervencionismo estatal.
A União Europeia, de olhos postos na conferência do clima, em Copenhaga, espera que a China se comprometa na luta contra as mudanças climáticas.
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