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A resposta à crise económica parece ter aprofundado a crise existencial do FMI.
A assembleia conjunta da organização e do Banco Mundial terminou este Domingo em Washington sem um consenso quanto ao financiamento e gestão das ajudas aos países mais afectados pela crise.
Os 500 mil milhões de dólares adicionais prometidos pelo G-20 no início do mês continuam sem doador. O FMI deverá dedicar um quarto do orçamento ao reforço das reservas dos países membros.
A reunião do fim-de-semana foi marcada também pela vontade de países como a China ou o Brasil de terem um papel mais relevante na organização.
A necessidade de reformar o FMI até 2010 foi uma das principais conclusões do encontro, assim como o reforço da ajuda aos países em desenvolvimento.
Segundo o FMI e o Banco Mundial a crise económica arrastou para a pobreza mais de 50 milhões de pessoas.
Um dado que compromete a concretização dos chamados “objectivos do milénio”, fixados pela ONU há 9 anos, como o da redução da pobreza até 2015.
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