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Dois grandes líderes da economia mundial não pouparam esforços, esta sexta-feira, para tranquilizar os diversos actores da actividade económica.
Em Tóquio, Jean-Claude Trichet, bateu-se contra a ideia de que o euro está fragilizado.
O presidente do Banco Central Europeu afirmou que não se pode dizer que a moeda europeia esteja fragilizada face à moeda norte-americana na medida em que a paridade euro-dólar é mais alta do que quando a moeda única foi lançada.
Por seu lado, em Washington, Dominique Strauss-Kahn garante que há sinais positivos ao nível mundial:
“A boa notícia é que a queda livre da economia global começa a esbater-se. A retoma, como temos vindo a dizer há meses, é possível nas nossas previsões para a primeira metade de 2010”, afirmou o director do Fundo Monetário Internacional.
Strauss-Kahn voltou a afirmar que o ano de 2009 será profundamente negativo e lembrou as prioridades: estabilizar os sectores financeiros limpando os bancos dos activos tóxicos e garantir a longevidade dos estímulos fiscais.
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tags: BCE, Crise financeira, FMI
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