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Estados Unidos e Cuba reduzem distâncias, estão agora mais próximos. Passos tímidos, para signficativos.
O presidente Obama levantou as retrições às viagens e transferências de dinheiro, dos americanos de origem cubana, em direcção à ilha.
As duas bandeiras estão agora mais próximas e tudo indica que, em breve, se restabelecerão os laços comerciais, entre os dois países.
“Tudo o que englobe valores democráticos consolidados para uma Cuba que respeite as direitos humanos, políticos e económicos de todos os seus cidadãos. O presidente Obama acredita que a medida que tomou hoje, ajudará a fazer desse objectivo uma realidade”, disse um porta-voz da Casa Branca.
A questão da liberdade e dos direitos humanos não está esquecida, apesar desta medida de abertura, que foi bem recebida en Cuba.
Um taxista afirmou-se convencido que isso facilita os negócios da sua empresa:
“Será bom, porque a minha empresa fará mais negócio e, quando houver mais comércio, haverá mais facturação, isso será bom”.
Um milhão e meio de cidadãos norte-americanos são de origem cubana e mantêem familiares da ilha.
A opinião pública americana mostra-se favorável a esta abertura. Mas uma sondagem adverte que 35 por cento dos americanos ainda não se deixaram seduzir pelos encantos da ilha.
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