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A crise do gás pode estar em vias de resolução. Segundo um comunicado da Gazprom a Ucrânia assinou uma nova cópia do acordo sobre o trânsito de gás russo pelo seu território. A cópia precedente tinha uma adenda manuscrita que a Rússia recusou. Por outro lado o presidente da companhia russa de gás e o vice-primeiro-ministro Igor Sechin estão esta segunda-feira em Bruxelas, onde se reúnem os ministros da energia dos 27 para debater os problemas criados com o corte no fornecimento do gás russo.
Depois de Kiev assinar a nova cópia do acordo, a presidência checa da União Europeia declarou que a Rússia deixou de ter razões para privar a Europa de gás.
Entretanto a missão de observadores europeus encontra-se na Ucrânia mas sem poder verdadeiramente trabalhar. Estes especialistas vão verificar os níveis de gás em trânsito pela Ucrânia para certificar que Kiev não vai desviar o hidrocarboneto em seu proveito. Quando a Rússia reabrir as válvulas serão precisas mais trinta e seis horas até os gasodutos terem a pressão necessária para levarem o ansiado gás até aos clientes europeus.
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