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O fantasma da crise quase estragou a abertura do Salão Automóvel de Detroit.
Os grandes fabricantes de automóveis enfrentam dificuldades sem precedentes, alguns receberam mesmo injecções do Estado na ordem dos milhões de dólares senão ameaçavam fechar as portas e lançar para o desemprego um número infindável de pessoas.
2009 é um desafio para todos e uma das soluções para evitar cenários catastróficos é fabricar veículos amigos do ambiente, sejam eles eléctricos, movidos a hidrogénio ou mesmo hibridos.
O presidente da General Motors acredita que o futuro está no automóveis electricos, pois permite também a diversificação de fontes de energia, e isso é nesta altura crítica muito importante.
O Salão serviu para mostrar os últimos avanços da tecnologia, com prioridade para a maior autonomia dos carros electricos num só carregamento.
Os Veículos movidos a hidrogénio parecem estar a ficar em segundo plano nas apostas de três grandes construtoras – a Ford, a Crysler e a General Motors, pois se por um lado o hidrogénio não emite CO2, por outro, para o produzir são necessários outros combustíveis que obrigam à emissão de gases para atmosfera.
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