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Em Jabaliya realizaram-se os funerais das 40 vítimas do ataque israelita à escola dirigida pela ONU. As Nações Unidas voltaram a pedir a Israel que ponha fim à operação militar. Para além dos mortos, o ataque deixou ainda 55 feridos. Foi a maior carnificina desde que começou a operação militar do tsahal no território. Fontes militares israelitas justificaram a acção com a presença de militantes do Hamas na zona da escola, uma versão desmentida pelo porta-voz das Nações Unidas.
Cristopher Guness afirmou: “Conduzimos uma investigação e o resultado é que a 99,9% estamos seguros de que não havia militantes nem actividades militantes dentro da escola nem no seu complexo”.
Na escola dirigida pelas Nações Unidas em Jabaliya estavam 1300 pessoas que ali tinham procurado refúgio quando o tsahal entrou na Faixa de Gaza. A ONU pede uma investigação às mortes civis deste conflito – 300 até ao momento, 130 das quais crianças.
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