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Novo Ano, nova presidência da União Europeia. Com um metrónomo como símbolo, a República Checa vai marcar o ritmo à frente dos destinos dos 27 numa altura em que o bloco enfrenta uma crise económica e financeira e se assiste a uma escalada de violência no conflito israelo-palestiniano.
Estes são apenas alguns dos desafios que o primeiro-ministro Mirek Topolanek, a favor da integração europeia, vai ter que enfrentar, para além de ter o eurocéptico convicto Vaclav Klaus, na Presidência da República.
Um dos espinhos com que Praga terá que resolver é a ratificação do tratado de Lisboa, pois além da Irlanda, a República Checa é o único país que ainda não ratificou o Tratado de Lisboa.
Mirek Topolanek recebe o comando da UE depois de de uma presidência francesa considerada por muitos como bem-sucedida.
A cerimónia de passagem de testemunho está prevista ocorrer no dia 7 na capital checa.
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tags: Presidência da UE, República Checa
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