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Foram os obus e roquetes do Hamas que estiveram na origem da retaliação de Israel. Nos últimos dias, multiplicaram-se os indicadores de uma operação militar de larga escala. Isarel tinha avisado e a preparação era evidente. Na sexta-feira, o primeiro-ministro, Ehud Olmert advertiu: “Israel tem meios para uma acção devastadora”. Mais: “Não vou permitir que o Hamas continue a disparar sobre o nosso Povo”, disse, ainda, o chefe do governo.
Ao mesmo tempo, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Livni, voava para o Cairo, onde teve uma conversa rápida com o presidente Hosni Mubarack. Era a preparação diplomática. Depois deste encontro, uma nota oficial do governo egípcio exortava as duas partes a acabarem com a violência. Isto, no dia em que Israel reabriu os pontos de passagem para a Faixa de Gaza, permitindo o reabastecimento logístico, humanitário e energético. Tudo, sobe a vigilância atenta do exército hebraico.
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tags: Faixa de Gaza, Israel
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