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O Banco Central Europeu (BCE) protagonizou o corte mais drástico de sempre na taxa de juro de referência. Baixou 0,75 %. Passou dos 3,25 para os 2,5 %.
Tratou-se do terceiro corte consecutivo depois das reduções de meio ponto percentual em Outubro e Novembro.
O valor da taxa de juro de referência é agora o mesmo verificado há dois anos quando o BCE levava a cabo uma política de subida das taxas de juro.
“O BCE tomou uma decisão acertada. Um corte 50 pontos de base teria sido muito baixo e 100 pontos de base teria sido bastante alto. Por isso, eu diria que foi a decisão acertada para afastar o risco de deflação que enfrentamos diariamente”, comentou um trader.
O Banco de Inglaterra foi mais longe e cortou a taxa de juro de referência em 1 %.
Passou dos 3 % para os 2 %, o nível mais baixo desde 1953. O objectivo é reavivar a economia.
“Os cortes do banco precisam de ser reflectidos nas taxas mais baixas da economia para os consumidores através do crédito à habitação e para os empresários através dos empréstimos às empresas”, declarou Ian McCafferty, da confederação da Industria britânica.
Em França, o governo apresentou um plano de relançamento económico no valor de 26 mil milhões de euros que prevê a construção de dezenas de milhares de habitações sociais por parte do Estado e ajudas ao sector da construção automóvel.
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tags: BCE, Nova Zelândia
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