O artigo solicitado foi arquivado e o vídeo original já não está disponível
Vladimir Putin admitiu publicamente a possibilidade de voltar a ocupar a presidência da Rússia. O primeiro-ministro deixa em aberto a hipótese de voltar à chefia do Kremlin, mas apenas no final do mandato de Medvedev.
Declarações feitas após um programa televisivo, que afastam o cenário de eleições antecipadas levantado por alguns quadrantes políticos e analistas. “A Rússia vai ter as próximas eleições presidenciais em 2012 e eu penso que todos devem prosseguir com os seus deveres. Não vale a pena preocupar-nos agora com o que vai acontecer em 2012. Vamos esperar para ver”, concluiu.
As declarações marcaram o final de um dia mediático durante o qual Putin teceu comentários optimistas sobre o futuro do país face à crise financeira. O primeiro-ministro russo acrescentou que apesar das previsões da inflação serem maiores do que o esperado, o crescimento da economia em 2008 ficará próximo dos sete por cento. Quanto aos diferendos entre Moscovo e Kiev sobre o fornecimento de gás, Putin não exclui que as tensões entre os dois países possam afectar a distribuição para a Europa, caso a Ucrânia não salde a sua dívida.
Copyright © 2009 euronews
tags: Crise financeira, Rússia, Televisão
Outras Notícias
Putin desvaloriza impacto da crise finaceira na Rússia 04/12/08 13:21 CET
Moscovo garante que tem tudo para fazer face à crise económica 15/02/09 13:12 CET
Obama e McCain apontam baterias contra crise financeira no segundo debate televisivo 08/10/08 06:07 CET
Geórgia: a Rússia estava preparada para a guerra 24/12/08 19:06 CET
Destaques e notícias de última hora


Estradas e pontes encerradas no Reino Unido
American Music Awards distingue Micheal Jackson
Sobreviventes de naufrágio na Indonésia…
Julgamento de “Duch” entra na recta final
Líderes europeus reúnem-se para encontrar…
Roménia: Basescu e Geoana preparam-se para a…
Festival de cinema Salónica premeia filme…
Libertação do soldado Shalit pode estar para breve
Progressos tímidos nas negociações sobre o…
O adeus do “cosmonauta do povo” 




