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As bombas de fragmentação foram banidas esta quarta-feira por mais de 100 países, incluindo Portugal. Uma iniciativa destinada a acabar com um flagêlo que desde os anos 60 já matou e mutilou perto de 100.000 pessoas, na sua esmagadora maioria civis. O acordo foi assinado em Oslo esta quarta-feira. “Hoje, nós confirmamos que as munições de fragmentação são banidas para sempre, que nós entre estados associados , organizações internacionais e a sociedade civil, fizémos avançar o mundo. Esta convenção vai fazer o mundo mais seguro, um local melhor para viver” afirmou o primeiro-ministro norueguês Jens Stoltenberg.
A convenção foi lançada em Maio passado, em Dublin, e estabelece que os Estados signatários destruam aquele tipo de munições que tenham armazenadas, nos próximos oito anos, bem como a limpeza das zonas onde as bombas se encontrem por explodir.
Os promotores da medida esperam poder convencer os maiores produtores e utilizadores de bombas de fragmentação, entre os quais os Estados Unidos, a Rússia, e a China, a assinar o acordo firmado na capital norueguesa.
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