O artigo solicitado foi arquivado e o vídeo original já não está disponível
Mais de 100 mortos e perto de 300 feridos é o mais recente balanço dos ataques em simultâneo na capital financeira da Índia, Bombaim.
Dez horas após os atentados as autoridades reconheciam ainda não ter a situação controlada.
Os dois principais hotéis de luxo da cidade foram tomados de assalto por membros do desconhecido grupo dos Mujahideens de Deccan, que reivindicou a autoria da série de ataques terroristas.
No Taj Mahal há notícia de que homens armados mantêm ainda em cativeiro várias dezenas de pessoas.
Após o ataque, perto de 200 ocidentais, entre os quais se encontravam cinco cidadãos portugueses, conseguiram fugir do hotel.
Para além do Taj Mahal, o Oberoi, outro hotel de luxo da capital financeira indiana, assim como o Marriott, foram atacados. O célebre restaurante Cafe Leopold, frequentado sobretudo por ocidentais, foi outro dos alvos dos terroristas.
A polícia da cidade diz ter matado quatro islamitas e detido nove. Para já há registo de 11 polícias mortos, entre os quais se encontra o chefe da
brigada anti-terrorista de Bombaim.
Durante várias horas, polícia e terroristas envolveram-se em trocas de tiros. Para além dos locais turísticos, os hospitais e a principal estação ferroviária da cidade foram também atacados.
Os atentados ocorrem num dia em que se encontravam na cidade um grupo de deputados europeus, composto por 20 pessoas, e uma delegação comercial que acompanhava a presidente da Comunidade de Madrid, Esperanza Aguirre, de visita a Bombaim.
Copyright © 2009 euronews
tags: Índia, Terrorismo
Destaques e notícias de última hora


Estradas e pontes encerradas no Reino Unido
American Music Awards distingue Micheal Jackson
Sobreviventes de naufrágio na Indonésia…
Julgamento de “Duch” entra na recta final
Líderes europeus reúnem-se para encontrar…
Roménia: Basescu e Geoana preparam-se para a…
Festival de cinema Salónica premeia filme…
Libertação do soldado Shalit pode estar para breve
Progressos tímidos nas negociações sobre o…
O adeus do “cosmonauta do povo” 








