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A administração Bush voltou a abrir os cordões à bolsa ao anunciar um novo plano de relançamento económico desta vez de 800 mil milhões de dólares, mais de 600 mil milhões de euros, e que tem como principais objectivos estimular o consumo e reanimar o mercado imobiliário.
As medidas anunciadas não impediram um grupo de proprietários de protestar junto ao edifício do Morgan Stanley.
Rico Lumabam, um dos manifestantes, explica que está a tentar convencer o banco a ajudá-lo “através de ajustes acessíveis dos créditos imobiliários, para poder manter os filhos e toda a família em casa.”
O novo plano anunciado pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, visa um mercado que está na origem da grave crise financeira que se alastrou ao mundo inteiro: o mercado imobiliário.
Em conferência de imprensa, Paulson justificou a medida ao referir “milhões de americanos não conseguem encontrar financiamento acessível para as necessidades básicas de crédito. As taxas dos cartões de crédito estão a subir, o que torna as compras do dia-a-dia mais difíceis para as famílias.”
De facto, há sete anos que não se assistia a um abrandamento tão significativo da economia norte-americana como no terceiro trimestre de 2008. Entre Julho e Setembro, o nível do consumo das famílias caiu para mínimos de 28 anos.
A um mês do Natal, as vendas na internet caíram 4% nas três primeiras semanas de Novembro.
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tags: Consumidores, Crise financeira, EUA
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