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Oficialmente Martine Aubry foi declarada vencedora do atribulado sufrágio para a eleição do líder do Partido Socialista francês.
A presidente da Camara de Lille apela à união mas no campo de Ségolene Royal clama-se justiça e a ameaça de uma ida aos tribunais não está ainda afastada. Aubry declarou que “não há um único socialista que não seja pela França” e estendeu a mão a Ségolene para que possam trabalhar juntas.
O comité nacional da PS confirmou a vitória da presidente da câmara de Lille, revendo a diferença face Royal de 42 para 102 votos.
O Campo de Ségolène Royal mantém-se no entanto a tensão. O número dois da antiga candidata presidencial afirmou ainda esta noite que a diferença entre as duas candidatas não afasta as dúvidas sobre a transparência do escrutínio.
Ségolene Royal não se pronunciou ainda oficialmente sobre um eventual recurso aos tribunais de momento parece tentar acalmar os ânimos.
Numa primeira reacção o ainda secretário do partido, François Holande, declarou que é tempo de se expulsar os demónios e trabalharem em conjunto.
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