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Um tribunal de Washington ordenou a libertação de cinco argelinos detidos em Guantánamo.
O juiz considerou que as autoridades não apresentaram uma prova das intenções dos acusados que, segundo a Casa Branca, preparavam um atentado em Sarajevo.
Jonathan Turley, professor de direito da Universidade George Washington considera que o veredicto é uma derrota para o governo dos Estados Unidos:
“A administração esperava um veredicto favorável porque o juiz costumava apoiar as pretensões do governo. Por isso é um duplo revés para a administração Bush. Mas, para muitos de nós que têm criticado o tribunal, não há qualquer surpresa. Sabíamos que quando um verdadeiro tribunal olhasse para o caso tudo caíria por terra porque aquele tribunal foi feito para evitar os verdadeiros tribunais”.
O Tribunal Supremo reconheceu aos detidos da base militar norte-americana de Cuba o direito de contestarem a sua detenção. Duzentos detidos aguardam actualmente o veredicto da justiça.
Barack Obama, o futuro presidente dos Estados Unidos, prometeu fechar Guantánamo onde permanecem 255 pessoas presas.
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