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A pirataria ao largo da Somália continua a fazer vítimas, apesar da forte presença naval internacional.
Um navio de guerra indiano destruiu um barco pirata no Golfo de Aden mas, nas últimas 24 horas, foram capturadas três outras embarcações. Grupos de piratas apoderaram-se de um barco de pesca tailandês, um cargueiro grego e um navio com bandeira de Hong Kong.
A Arábia Saudita confirmou que estão em curso negociações entre a petrolífera Aramco e o grupo de piratas que sequestrou o superpetroleiro Sirius Star no fim de semana. A “vítima” da maior operação de pirataria de sempre estará ancorada no porto de Harardere, na região somali de Puntland.
O Governo desta região semi-autónoma tem sido acusado de inacção face à presença de piratas na sua costa.
Um membro do executivo de Puntland descarta as responsabilidades para a força marítima internacional, que acusa de “não fazer o seu trabalho”. Para Abdul-Kadr Yusuf a solução está em “companhias de segurança privadas”, que poderiam trabalhar com as autoridades locais “no mar e em terra”.
A polícia queniana exibiu entretanto num tribunal em Mombasa oito alegados piratas. Capturados pela Marinha britânica na semana passada, os somalis são acusados de atacarem um navio no início do mês.
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