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O “plano de acção” do G20 acaba por ser a lista das reformas a efectuar para evitar que a crise financeira se repita. Antes de mais pede-se acções rápidas para relançar o crescimento económico. Em 2009, apenas as economias emergentes vão crescer, enquanto a Europa e os Estados Unidos estarão em plena recessão. O G20 considera necessária uma maior coordenação das políticas monetárias e fiscais.
Outro aspecto do plano é a regulação internacional. O texto final da cimeira estipula que nenhum produto financeiro, instituição ou mercado escape a uma regulamentação apropriada. Deixará de haver zonas obscuras, será reforçada a vigilância a agências de rating e eliminados os incentivos aos comportamentos de risco, que estiveram na origem da crise há mais de um ano.
O G20 acaba por abandonar a ideia de uma reforma global do sistema a favor de uma reorganização. Os países emergentes poderão ver reforçado o peso em instituições como o Banco Mundial, o que implica um aumento do apoio financeiro à economia global.
Será também definido o futuro papel do Fundo Monetário Internacional (FMI). Há quem queira transformar o FMI em peça central do sistema financeiro. Outros pretendem conferir-lhe o mero papel de avaliador de riscos e de prevenção de crises.
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