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Os dez funcionários da companhia petrolífera Total, raptados no final do mês passado ao largo dos Camarões, já se encontram em liberdade.
Os sete franceses, dois camaroneses e um tunisino foram recebidos na noite de ontem em Yaounde pelo presidente dos camarões, Paul Biya, devendo regressar a Paris esta quarta-feira.
Os governos francês e camaronês negam ter pago qualquer resgate aos sequestradores, os Combatentes da liberdade de Bakassi.
O grupo armado cujas reivindicações permanecem desconhecidas, opõe-se à decisão da Nigéria de entregar a península de Bakassi aos Camarões, denunciando as deslocações forçadas realizadas nos últimos meses pelo exército.
Segundo algumas fontes os milicianos exigiriam a libertação de dois combatentes detidos há semanas pelo exército camaronês.
O sequestro surge num momento em que a União Europeia e a NATO reforçaram a presença militar na região do Delta do Niger para combater a pirataria marítima.
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