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Gordon Brown estende a mão ao próximo presidente norte-americano em nome de uma nova ordem mundial.
Como Barack Obama, o primeiro-ministro britânico, quer demarcar-se da era do seu predecessor no cargo, tendo-se apresentando ontem como um atlantista e europeísta convicto, durante o discurso anual sobre política estrangeira.
“A aliança entre o Reino Unido e os Estados Unidos, e de uma forma mais alargada entre a Europa e os Estados Unidos, pode e deve marcar uma nova liderança, de forma a dirigir os esforços globais para a construção de uma nova ordem mundial mais justa, mais segura e mais forte”.
Brown, cuja subida de popularidade é proporcional aos receios de recessão económica, anunciou ainda que vai baixar os impostos para diminuir o impacto da crise junto das famílias mais carenciadas.
Uma medida que vai propor aos restantes parceiros do G20 durante a conferência de Washington, no próximo Sábado.
A perturbar a nova sintonia entre Londres e Washington estará apenas o Afeganistão. Apesar dos apelos de Obama, Brown já afirmou que não pretende enviar mais tropas para o país.
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