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Terminaram as operações de resgate em Port-au-Prince.
As autoridades do Haiti não esperam encontrar mais sobreviventes nos escombros da escola religiosa La Promésse.
O edifício desmoronou-se sexta-feira passada, num subúrbio da capital haitiana e provocou 93 mortos, na maioria crianças e mais de 150 feridos.
O caos instalou-se em Petionville, junto das equipas de salvamento das Nações Unidas, com o fim dos trabalhos:
“Estivemos aqui desde o acidente, usámos as nossas mãos e agora não nos deixam trabalhar e ajudá-los. Aquelas pessoas que estão ali debaixo são os nossos irmãos, o nosso povo, são haitianos”, dizia um popular que queria participar nas buscas.
“Queremos ajudar as pessoas a sair, queremos trabalhar, mas as forças da ONU e a polícia não nos deixa”, reclamava um haitiano.
O proprietário da escola foi interrogado pela polícia, mas não foi formalmente acusado de nada, anunciou o governo haitiano.
No entanto, o pastor evangélico é acusado de não ter respeitado quaisquer regras de segurança ao construir o estabelecimento de ensino.
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