O artigo solicitado foi arquivado e o vídeo original já não está disponível
Foi virada uma página da história da Alemanha e de um dos momentos mais heróicos da aviação.
O mítico aeroporto de Tempelhof, essencial para Berlim Ocidental durante o bloqueio soviético, encerrou definitivamente esta quinta-feira.
Os últimos aviões, dois aparelhos de museu, descolaram pouco antes da meia-noite, perante o olhar de cerca de 800 convidados, muitos dos quais saídos do mundo político e económico alemão.
No interior do aeroporto, a noite foi de gala ao som do “swing” dos anos 40.
Testemunha da ponte aérea aliada, esta idosa explica que está ligada a Tempelhof “através da infância e da família”. O pai “era piloto e desapareceu em combate no início da Segunda Guerra Mundial”. É “uma parte da vida familiar” da qual agora se despede.
Outra mulher diz que “em criança, esperava pelo chocolate” lançado dos aviões aliados e voou “pela primeira vez desde Tempelhof. Há uma ligação especial”.
Outro alemão explica que cresceu com as ajudas vindas do céu e sente-se profundamente afectado com o encerramento.
No exterior do aeroporto, dezenas de pessoas participavam numa última manifestação contra o encerramento de Tempelhof. Muitos berlinenses apontam a responsabilidade pelo fecho ao presidente da Câmara de Berlim.
Inaugurado em 1923 e descrito pelo arquitecto Norman Foster como “a mãe de todos os aeroportos”, Tempelhof foi o palco da maior operação humanitária aérea da história.
Entre 1948 e 1949, os perto de 280.000 voos da “ponte aliada” alimentaram uma Berlim isolada pelos soviéticos.
Destaques e notícias de última hora


Bulgária em contagem decrescente para as…
Biden conduz cerimónia de naturalização de…
Mais de 30 mortos no Afeganistão
Polícias chechenos mortos em emboscada na…
Milhares protestam contra expansão de base…
Coroa da Estátua da Liberdade reabre no 4 de Julho
Ferido está entre a vida e a morte
Ban Ki-Moon desapontado com junta militar
Pyongyang testa novos mísseis
SarahPalin renuncia ao Alaska 




