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O Fundo Monetário Internacional, a União Europeia e o Banco Mundial concordaram em atribuir uma ajuda financeira à Hungria no valor de 20 mil milhões de Euros.
O FMI confirmou o empréstimo de 12,5 mil milhões e por 17 meses, a União Europeia disponibiliza 6,5 mil milhões e o o banco mundial mil milhões.
Ferencs Gyurscnay, primeiro-ministro húngaro, explica quais foram as condições do Fundo Monetário Internacional. “O FMI tinha duas condições razoáveis. A primeira era apresentar um orçamento em que nos prognósticos mais pessimistas, os gastos estariam sempre com cobertura financeira. Bom, isto não é um pedido complicado. Com franqueza, qualquer orçamento minimamente pensado sugere tal coisa. Segundo: numa situação de crise como esta não reduzir receitas”, anunciou.
A Hungria é a o terceiro país a usufruir de um empréstimo do FMI para enfrentar as consequências da crise financeira, depois da Islândia e da Ucrânia.
Esta terça-feira, Nicolas Sarkozy recebeu Gordon Brown em Versalhes. Um encontro que serviu para sintonizar posições antes de cimeiras em Bruxelas e Washington.
Os dirigentes pediram uma maior intervenção do Fundo Monetário Internacional.
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