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As autoridades norte-americanas desmatelaram um plano para assassinar Barack Obama.
Os dois neo-nazis detidos foram acusados de ameaças contra o senador do Illinois e posse de armas. Segundo a polícia o alegado complô estava na fase de projecto.
Em campanha na Pensilvânia, Obama desvalorizou a ameaça:
“O que tem sido surpreendente nesta campanha é ver até que ponto estes grupos de ódio foram completamente marginalizados Esses grupos não são a América, não são o nosso futuro. O futuro podemos vê-lo reflectido neste comício”.
Questionado sobre os receios quanto à sua própria segurança, Obama mostou-se confiante no trabalho do serviço oficial norte-americano de protecção a altos personalidades.
Os dois suspeitos são oriundos do Tenessee, onde o caso apanhou a população de surpresa:
“Fiquei chocada e surpreendida. Não podia acreditar. Pensei que era apenas um caso orquestrado contra o rapaz”, afirmou uma habitante de Bell City.
Para um jovem do Arkansas, o complô contra Obama não faz sentido:
“É uma loucura. É absurdo porque há brancos que votam Obama e negros que votam McCain. Se McCain ganhar não vamos andar aí a matar brancos”.
Uma mulher do Arkansas mostrou-se preoucupada:
“É assustador pensar que alguém pode querer matar-nos ..faz-nos pensar. Temos aquela ideia de que já não há racismo nem discriminação mas isto faz-nos pensar que ainda pode existir e que devemos preocupar-nos”.
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