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Reunião informal dos membros da Aliança Atlântica em Budapeste. Os ministros da Defesa dos 26 países da NATO fazem um balanço das operações militares no Afeganistão e discutem a possibilidade de enviar mais tropas para o país, de forma a controlar a crescente escalada de violência armada.
Os Estados Unidos têm pressionado a Aliança para aumentar o contingente no terreno que conta já com 60.000 militares e pedem união de esforços na luta contra o tráfico de droga.
Para o secretário de Defesa norte-americano não existem dúvidas que o combate aos Talibã deve centrar-se na luta contra o negócio do ópio que rende aos terroristas cerca de 80 milhões de dólares/ano.
“Acho que ninguém na Aliança está interessado em erradicar as plantações ou fazer qualquer outra coisa contra os pequenos agricultores, mas caso tenhamos a oportunidade de ir atrás dos barões da droga e dos seus laboratórios de maneira a interromper o financiamento dos Talibã, parece-me que é uma medida legítima para a manutenção da segurança”, afirmou Robert Gates
Sete anos depois do início da guerra no Afeganistão e apesar do esforço para estabelecer a paz no território cresce o sentimento entre alguns responsáveis que a luta contra a talibã dificilmente será ganha.
Os diplomatas da NATO devem decidir nos próximos dias o envio ou não de mais tropas para o palco de guerra mas especula-se que qualquer tomada de posição deve ser unânime entre os países membros.
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