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O governo alemão e o sector bancário chegaram a acordo para salvar o quarto maior banco do país.
O sector financeiro vai disponibilizar “uma linha de crédito suplementar de 15 mil milhões de euros” para evitar a falência do Hypo Real Estate, juntamente com os 35 mil milhões de euros avançados pelo Estado alemão.
A operação de salvamento é conduzida pelo executivo da chanceler Angela Merkel, pelo Banco Central alemão e pela autoridade de vigilância dos mercados, em conjunto com representantes de bancos e seguradoras germânicas.
Berlim pretende assim estabilizar a banca e reforçar o sistema financeiro germânico sem recorrer ao dinheiro dos contribuintes.
A Bélgica e o Luxemburgo encontraram comprador para o grupo Fortis, abalado pelos efeitos da crise do crédito.
O BNP Paribas confirmou a aquisição das divisões belga e luxemburguesa da instituição financeira por perto de 15 mil milhões de euros.
O banco francês adquire ainda a totalidade das actividades de seguros do grupo por cerca de 5 mil e 700 milhões de euros.
O BNP Paribas, que tem escapado sem grandes prejuízos à crise financeira, torna-se assim no primeiro banco europeu em termos de montante de depósitos.
Depois das dificuldades bolsistas da semana passada, o maior banco italiano relevou este Domingo um plano para enfrentar a crise.
O UniCredit anunciou um aumento de capital de mais de 6 mil milhões de euros e o pagamento em acções dos próximos dividendos para reforçar os seus fundos.
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